Um artigo de Luís Nassif publicado no Jornal GGN relata questionamentos sobre a contratação de dragagem no Porto de Santos. Segundo o texto, a Etesco recorreu ao Tribunal de Contas da União (TCU) após a desclassificação do consórcio Santos Dragagem, que havia apresentado proposta de R$ 610 milhões.
Em resposta reproduzida pelo GGN, a Autoridade Portuária de Santos (APS) afirma que a exclusão inicial ocorreu pela entrega fora do prazo da planilha de custos e do demonstrativo de BDI exigidos no edital. A autoridade acrescenta que a posterior desistência da CHEC Dredging comprometeu a possibilidade de execução da proposta e levou à manutenção da desclassificação.
O artigo informa que a APS assinou, em junho de 2026, contrato de R$ 617,9 milhões com a Jan De Nul, segunda colocada. Relata também que, em agosto, o TCU voltou a suspender o início dos serviços após recurso da Etesco.
Conforme a publicação, um dos fundamentos da suspensão foi a existência de um contrato de dragagem de manutenção ainda vigente, sem prejuízo irreversível à operação portuária naquele momento. O relato não apresenta um desfecho definitivo para a disputa.
Fonte: Jornal GGN, artigo de Luís Nassif: https://jornalggn.com.br/desenvolvimento/os-misterios-do-porto-de-santos-por-luis-nassif/
Por que isso importa
A disputa envolve a contratação de dragagem e a continuidade dos serviços de manutenção no Porto de Santos.
Fontes
Google Notícias | Porto de Santos. Informações da fonte; organização editorial M1.