Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, defendeu investimentos públicos em infraestrutura e manifestou confiança no avanço da proposta de fim da escala 6x1 no Senado. Segundo a Agência Brasil, o pronunciamento à imprensa ocorreu em Brasília, ao fim de um dia de reuniões com a coordenação de campanha.
Na área trabalhista, Lula reafirmou o compromisso com uma organização de cinco dias de trabalho e dois de descanso, sem redução de salário. A Agência Brasil informou que o plenário do Senado havia realizado a terceira sessão de discussão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Ainda seriam necessárias outras duas sessões antes da votação do texto. O estágio relatado, portanto, era de discussão, não de aprovação da mudança.
Ao tratar das contas públicas, o candidato sustentou que investimentos em ativos como ferrovias, rodovias e hidrelétricas podem ampliar o patrimônio do país e estimular a economia. A redução da dívida por esse caminho foi apresentada como argumento de Lula em defesa do investimento público, e não como resultado econômico já demonstrado na reportagem.
O pronunciamento também incluiu críticas à proposta de cortes de despesas de seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), conforme o relato da Agência Brasil. Lula contrapôs essa orientação à aplicação de recursos em obras de infraestrutura e associou sua posição à defesa de gastos que considera necessários ao país.
Para o setor logístico, o contexto da defesa de investimentos aparece também no programa do candidato descrito pela VEJA. Segundo a revista, Lula propõe ampliar o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), contemplando rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos. Os objetivos declarados incluem integração logística, redução das desigualdades regionais e incentivo a projetos ligados à descarbonização. Essas medidas são propostas de campanha, não anúncios de novas obras no pronunciamento relatado.
Por que isso importa?
A defesa de investimentos em transportes tem relação com a infraestrutura logística; o programa citado inclui portos e hidrovias.
Fontes: Agência Brasil, Metrô News Jornal, VEJA