A Portos do Paraná anunciou para 28 de setembro o início da segunda fase de pavimentação em concreto de vias urbanas de Paranaguá. A etapa começa com bloqueio e sinalização de uma faixa da Rua Manoel Corrêa, entre a Rua Desembargador Ermelino de Leão e a Avenida Coronel José Lobo. A intervenção abrange quase 300 metros.
Segundo o cronograma divulgado, a retirada dos blocos sextavados e paralelepípedos começa em 29 de setembro. A terraplanagem, a preparação da base e a compactação da faixa interditada estão programadas a partir de 5 de outubro. A previsão é concluir esse trecho em quatro semanas.
Durante a obra, caminhões não poderão seguir no sentido Avenida Portuária–Avenida José Lobo. Os veículos que saem do terminal de contêineres e das empresas da região deverão utilizar a Avenida Portuária em direção à Avenida Ayrton Senna da Silva ou Beto Rocha.
Para veículos leves, será permitido circular até o ponto de bloqueio, com desvio pela Rua Desembargador Ermelino de Leão. A faixa da Avenida José Lobo no sentido do Moegão e do terminal de contêineres continuará aberta a leves e pesados. A Portos do Paraná orienta atenção redobrada e uso de rotas alternativas, sobretudo nos horários de maior movimento.
As intervenções integram um pacote de R$ 15,7 milhões para melhorar a mobilidade na região. O projeto tem seis fases, com prazo previsto de até seis meses para todos os trechos, dependendo das condições climáticas. Na primeira etapa, iniciada em 8 de setembro na Avenida Coronel José Lobo, a aplicação de concreto está prevista para o dia 28. Ali, o trânsito segue em mão dupla por uma faixa.
De acordo com a Portos do Paraná, a escolha do concreto considera a resistência ao tráfego pesado, a durabilidade e a redução de intervenções futuras. O projeto também inclui a revitalização da drenagem e prevê melhores condições de circulação para moradores, trabalhadores e pessoas que utilizam o comércio local.
Por que isso importa?
A interdição modifica as rotas de caminhões que saem do terminal de contêineres e de empresas da região, exigindo atenção aos desvios durante as obras.
Fonte: Portos do Paraná