A Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil, recebeu mais de 161 mil inscrições para seu programa de voluntariado, com candidatos de 183 países. Segundo a Agência Brasil, o total estabelece um recorde na competição e supera em mais de duas vezes as cerca de 68 mil candidaturas registradas para a edição de 2023, realizada na Austrália e na Nova Zelândia.
A seleção prevê aproximadamente 6 mil voluntários para apoiar as operações nas oito cidades-sede brasileiras. São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília concentraram o maior número de inscrições. Na edição anterior, os candidatos se inscreveram para atuar em nove cidades-sede.
Os brasileiros representam 83% dos inscritos. Entre os candidatos do exterior, os maiores volumes vêm de Colômbia, México, Marrocos, Nigéria e Estados Unidos. As mulheres respondem por 58% das candidaturas, enquanto os homens representam 39%. Outros 3% se identificam como pessoas não binárias ou de outro gênero.
O perfil etário divulgado pelo ge mostra que 38% dos inscritos têm entre 18 e 24 anos, e 35% estão na faixa de 25 a 34 anos. Os candidatos de 35 a 44 anos representam 15%; os de 45 a 54, 7%; os de 55 a 64, 4%; e aqueles com mais de 65 anos, 1%.
De acordo com a Agência Brasil, a etapa de entrevistas está prevista para os dois meses seguintes à publicação de 8 de outubro. Serão convocados os candidatos aprovados na triagem inicial. Os selecionados poderão apoiar mais de 20 áreas, entre elas imprensa, tecnologia, transporte, gestão da competição e cerimônias.
A atuação não ficará restrita aos estádios. Segundo a Agência Brasil, o programa terá mais de 30 funções distribuídas também por aeroportos, centros de treinamento e hotéis. Essas atividades integram o apoio operacional ao torneio, tanto nos espaços de competição quanto em outros locais envolvidos na realização do evento.
Por que isso importa?
O programa prevê apoio voluntário às operações de transporte, tecnologia e outras áreas do torneio, com atuação também em aeroportos e hotéis.
Fontes: Agência Brasil, ge, BAND