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Inmet emite alerta vermelho para tempestades no Sul

Aviso para sexta-feira (9) prevê chuva intensa, granizo e risco de transtornos no transporte rodoviário.

· 2 min
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu aviso vermelho para tempestades em áreas dos três estados do Sul nesta sexta-feira, 9 de outubro. Segundo o g1, o alerta abrange 529 municípios e vale até o fim do dia. A previsão inclui chuva intensa, ventos superiores a 100 km/h e granizo.

De acordo com a Agência Brasil, o aviso vermelho alcança o oeste e o sudoeste do Paraná, o centro e o oeste de Santa Catarina e o noroeste e o norte do Rio Grande do Sul. As demais áreas da região também têm avisos para tempestades, classificados nas faixas laranja ou amarela.

O vermelho representa o nível mais elevado da escala do Inmet. Conforme informações do instituto publicadas pelo g1, a chuva pode ultrapassar 60 milímetros em uma hora ou 100 milímetros durante o dia. Na mesma escala, o amarelo indica perigo potencial, enquanto o laranja corresponde a perigo.

Para o transporte rodoviário, o alerta inclui risco de transtornos, conforme informações do Inmet reproduzidas pelo g1 e pela CNN Brasil. Também estão previstos riscos de alagamentos, queda de árvores, interrupções no fornecimento de energia e danos em edificações e plantações. São possibilidades associadas ao temporal, não um balanço de ocorrências confirmadas.

A Agência Brasil informa que o calor antecede as chuvas nas capitais da região, com máxima prevista de 29°C em Curitiba. No Rio Grande do Sul, a passagem de uma frente fria reduz as temperaturas, com mínima de 16°C em Porto Alegre.

Entre as orientações do Inmet divulgadas pelo g1 estão desligar aparelhos elétricos, proteger documentos em caso de enxurrada e buscar abrigo durante os temporais. Para emergências, os contatos informados são 199, da Defesa Civil, e 193, do Corpo de Bombeiros.

Por que isso importa?

O risco previsto de transtornos rodoviários, alagamentos e interrupções de energia tem relação direta com a continuidade das atividades logísticas.

Fontes: Agência Brasil, G1, CNN Brasil

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